E-book: Guia da Videotelemetria na Rentabilidade da sua Frota

Neste guia com checklist, mostramos como a videotelemetria ajuda transportadoras a reduzir diesel, manutenção e sinistros e a proteger a margem de lucro da frota. Conheça cases reais, com até 20% menos consumo de combustível e 87% menos eventos de fadiga, e siga um checklist de 6 passos para aplicar a videotelemetria na sua operação.

Sua frota já usa videotelemetria para proteger a margem de lucro?

A redução de custos é prioridade para 90% das operações de frotas, e a videotelemetria deixou de ser apenas uma ferramenta de segurança para se tornar uma estratégia de rentabilidade. Ela elimina ofensores invisíveis do lucro, como motor ocioso, desgaste excessivo e sinistros evitáveis. Preencha o formulário e receba o guia com checklist para aplicar na sua frota.

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Perguntas frequentes

O que é videotelemetria e como ela ajuda a aumentar a rentabilidade da frota?

A videotelemetria combina câmeras embarcadas e dados de telemetria do veículo para monitorar a condução em tempo real, incluindo fadiga, excesso de velocidade, ociosidade e consumo de combustível. Assim, a gestão identifica desvios antes que se tornem acidentes. O resultado é economia direta em diesel e manutenção e economia indireta com menos sinistros, multas e prêmios de seguro.

Quais resultados a videotelemetria pode trazer para transportadoras?

Nos cases do guia, a Terra Minas reduziu 20% do consumo de combustível e 25% dos gastos com manutenção, com mais de 4 anos sem acidentes. A I.B. Logística e Transportes teve 15% menos consumo de combustível e 80% menos tombamentos. Já o LOTS Group reduziu 87% dos eventos de fadiga e 78% dos excessos de velocidade, com os primeiros resultados em 60 dias. Os resultados variam conforme a operação.

Como implementar a videotelemetria na minha frota?

O ideal é começar auditando os custos atuais (CPK, manutenção e diesel) e envolvendo gestores, analistas e motoristas. Em seguida, rode um piloto com uma amostra de veículos para treinar a equipe e ajustar os alertas e os processos de tratativa. Depois, crie rotinas diárias de revisão de eventos e feedback aos motoristas. O guia detalha esse caminho em um checklist de 6 passos.