Neste guia, mostramos os 7 passos para aumentar a produtividade de transportadoras no Brasil, do tempo de ciclo ao comportamento do motorista na cabine. Conheça o case da Prando Transportes, com zero desvios de rota e +55.100 toneladas transportadas a mais na safra, e siga as 7 alavancas para reduzir custos e ganhar eficiência na sua operação.

Diesel em alta, escassez de motoristas e a Lei do Motorista pressionam a operação todos os dias. Aumentar a produtividade não significa comprar mais caminhões, e sim otimizar cada minuto do tempo de ciclo e manter a segurança nas rodovias e nas vias rurais. Na Prando Transportes, economizar apenas 4 minutos por trecho gerou +849 viagens adicionais.
O guia organiza o caminho em 7 passos: gerir o tempo de ciclo (carregamento, deslocamento, fila e retorno), reduzir o consumo de diesel com menos marcha lenta, frenagens bruscas e excesso de velocidade, adotar roteamento dedicado para veículos pesados, automatizar o controle de jornada conforme a Lei do Motorista, eliminar gargalos em pátios e balanças, garantir a disponibilidade mecânica com manutenção preventiva e engajar o motorista como protagonista da segurança e do baixo consumo.
No case apresentado no guia, a Prando Transportes zerou os desvios de rota na operação de biomassa e transporte canavieiro, economizou R$ 40 mil por ano com a eliminação de placas e sinalizações temporárias e evita custos de R$ 151.600 a cada tombamento ou sinistro evitado. Com 4 minutos a menos por trecho, a operação ganhou +849 viagens e +55.100 toneladas transportadas na safra. Os resultados variam conforme a operação.
O guia recomenda acompanhar o desvio do tempo estimado, o tempo parado na rota, o tempo de execução, a velocidade média e o consumo médio (km/l). Mais do que medir cada indicador isoladamente, o ideal é cruzá-los na rotina das equipes de monitoramento para identificar gargalos, como filas na balança, e padrões de condução ineficientes antes que virem custo recorrente.