
O foco da segurança no transporte rodoviário é a preservação da vida e da integridade física de motoristas e terceiros. No entanto, ela também impacta diretamente os resultados financeiros das empresas.
Em um mercado cada vez mais competitivo, tecnologias como a videotelemetria e os sensores de fadiga são ferramentas poderosas para a manutenção de vidas, reduzir custos – e gerar retorno financeiro mensurável.
A integração de dados, monitoramento por vídeo e alertas de fadiga e distração oferecem às empresas a possibilidade de calcular de que maneira cada medida preventiva contribui para a economia em sinistros, seguros e manutenção.
O cansaço é um dos maiores inimigos dos motoristas profissionais. Alguns estudos apontam que mais de 70% dos acidentes nas vias ocorrem por fadiga ou distração – percentual maior do que o de dirigir alcoolizado, por exemplo.
Portanto, evitar a estafa de condutores é medida de extrema necessidade, que pode se traduzir em custos muitas vezes invisíveis, mas impactantes.
O impacto de cada acidente não se restringe ao conserto do veículo. Afinal, multas, indenizações, atrasos na entrega, perda de carga, conserto de veículos terceiros etc. são prejuízos diretos e indiretos.
Segundo pesquisa da Confederação Nacional do Transporte (CNT) referente ao ano de 2023, no ano passado, apenas nas rodovias federais, o custo total com acidentes foi de R$ 16,1 bilhões, com 38,5 mil deles ocorridos com caminhões.
Some a esses valores o tempo de inatividade do veículo, que reduz a capacidade da operação e compromete contratos firmados.
Como diz o velho ditado: prevenir é melhor do que remediar. Com relação à segurança de frotas, o pensamento é o mesmo.
Câmeras inteligentes e alertas em tempo real permitem que o motorista corrija seu comportamento antes que algum incidente aconteça.
Outro ponto de relevância: gestores têm acesso a relatórios de segurança detalhados sobre cada motorista e veículo, possibilitando treinamentos mais personalizados e políticas gerais de segurança mais eficientes.
A tecnologia embarcada em caminhões permite a elaboração de relatórios precisos, que registram cada comportamento de risco, como bocejos, olhos semicerrados, distração com celular, uso de cigarro, frenagens bruscas etc.
Com isso em mãos, os gestores têm a chance de tomar decisões cada vez mais precisas e específicas:
Dessa maneira, a empresa é capaz de demonstrar com informações precisas qual é a sua política de segurança – fortalecendo sua reputação no mercado, riscos de litígios, entre outros benefícios.
Outro ponto essencial é o impacto financeiro da tecnologia nos contratos de seguro.
Afinal, as companhias seguradoras levam em consideração diversos fatores ao calcular o valor da apólice de uma frota. Entre eles, a segurança operacional é um dos mais relevantes.
Jornadas de trabalho mais equilibradas, que levam em consideração períodos de descanso e alimentação adequados, somadas a alertas e feedbacks em tempo real elevam os índices de produtividade e eficiência de uma frota.
Assim, a tecnologia não apenas evita sinistros, como também é apoio fundamental em outros pontos, como:
Tais fatores também abrem espaço para a renegociação das apólices de seguro – com redução que pode chegar a dois dígitos percentuais, em alguns casos.
Tudo isso somado garante uma expressiva redução de custo ao longo do ano.
Investir em videotelemetria e em sensores de fadiga vai além das medidas preventivas de segurança.
Ambas as tecnologias oferecem retorno financeiro comprovado ao reduzirem acidentes, evitar custos ocultos, aumentar a eficiência da frota – e ainda oferecer mais poder de negociação com as seguradoras.
Isso é fundamental em um setor cheio de variáveis, em que as margens de lucro são muitas vezes estreitas e a competitividade é alta.
Deseja aprofundar-se ainda mais sobre como a videotelemetria e os sensores de fadiga podem beneficiar a sua frota? Entre em contato.